COM TANIA BRUGUERA

Transforming affect into political effectiveness – Parte II

 

Tania Bruguera
Artista residente 2017/2018

Nasceu em 1968 em Havana, Cuba. Ela vive e trabalha em Havana, New Iorque e Cambridge.

Há mais de 25 anos, Bruguera criou instalações e performances empenhadas em termos sociais que examinam a natureza das estruturas de poder político e o seu efeito nas vidas dos indivíduos e grupos mais vulneráveis da sociedade. A sua pesquisa centra-se em formas nas quais a arte pode ser aplicada à vida política quotidiana; na transformação do afeto social em eficácia política.

Os seus projetos a longo prazo são intervenções intensivas na estrutura institucional da memória, da educação e da política coletivas. As suas obras expõem frequentemente os efeitos sociais das forças políticas e apresentam questões globais de poder, migração, censura e repressão através de obras participativas que transformam os “espectadores” em “cidadãos”.

Ao criar propostas e modelos estéticos para a utilização e a adaptação de outros, ela define-se como uma iniciadora, em vez de uma autora, e colabora frequentemente com múltiplas instituições, assim como com muitos indivíduos, para que a plena realização do seu trabalho artístico ocorra quando outros o adotam e perpetuam.

Premiada com um Honoris Causa pela Escola do Instituto de Arte de Chicago, selecionada como uma das 100 Leading Global Thinkers (principais pensadores mundiais) pela revista Foreign Policy, pré-selecionada para o prémio de Liberdade de Expressão #Index100, sendo uma vencedora do prémio Herb Alpert, uma bolsista de Yale World e Radcliffe, assim como a primeira artista em residência no escritório da Câmara Municipal de New York de Assuntos de Imigração.

Participou na exposição Documenta 11 e também estabeleceu o programa “Arte de Conducta” (Arte do Comportamento) no Instituto Superior de Arte de Havana. O seu trabalho foi apresentado na Bienal de Veneza de 2015, na Tate Modern, em Londres, no Guggenheim e no MoMA, em Nova Iorque, entre outros.

Bruguera abriu recentemente o Instituto Internacional Hannah Arendt para Artivismo, em Havana – uma escola, um espaço de exposição e pensamento graças a cubanos e artistas ativistas.

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