Em cada biénio, a BoCA tem quatro Artistas Residentes. São artistas que desenvolvem trabalho em diferentes territórios artísticos ou pelo menos em suportes bastante diferentes, e com quem queremos ter uma relação de longa duração.
Com os Artistas Residentes, a BoCA estabelece uma relação profunda, pensando em conjunto, conhecendo em maior detalhe as suas motivações criativas, ajudando a produzir novas criações em estreia em Portugal, promovendo a circulação nacional e internacional das suas obras e facilitando o contacto entre as suas práticas artísticas e os contextos académicos.

 

2019-2020

MARLENE MONTEIRO FREITAS
2019:
A BoCA comissionou e produziu a primeira instalação de artes visuais da coreógrafa portuguesa Marlene Monteiro Freitas, “Cattivo”, em co-produção com o Teatro Nacional São João (Porto) e o São Luiz Teatro Municipal (Lisboa), no contexto da bienal.
2020: A artista apresentou uma nova performance em colaboração com Andreas Mark e apresentámos “Cattivo” no São Luiz Teatro Municipal.

HORÁCIO FRUTUOSO
2019:
 A BoCA comissionou a instalação “Biblioteca” para o contexto da bienal, em co-produção com a Fundação PLMJ.
2020: A BoCA produziu uma intervenção artística em colaboração com a comunidade local do Vale da Amoreira, no CEA – Centro de Experimentação Artística (Moita).

DIANA POLICARPO
2020:
A BoCA comissionou a instalação sonora “Total Eclipse” no contexto da bienal.

GERARD & KELLY
2019:
A BoCA apresentou a performance “State of” no MAAT, em Lisboa, no contexto da bienal.
2020:
A BoCA apresentou o filme “Schindler/Glass” e uma conversa no contexto do programa BoCA Online; Gerard & Kelly dirigem um workshop no contexto da BoCA Summer School.

 

2017-2018

TANIA BRUGUERA
A BoCA produziu a sua primeira criação de teatro, “Endgame”, a partir de Samuel Beckett, com espaço cénico e direção de Tania Bruguera.
Uma produção BoCA, em co-produção com Teatro Nacional São João (Porto), Kunstenfestival (Bruxelas), Nanterre-Amandiers (Paris), Festival d’Automne à Paris (Paris) e Kampgnagel (Hamburgo).

SALOMÉ LAMAS
A BoCA produziu a sua primeira criação de palco, “Fatamorgana”, com texto e encenação de Salomé Lamas.
Uma produção BoCA, em co-produção com o CCB (Lisboa) e o Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco).

FRANÇOIS CHAIGNAUD
A BoCA produziu a primeira fase do projeto performativo e musical “Symphonia Harmoniæ Cælestium Revelationum” (Sinfonia das Harmonias Celestes), numa colaboração artística entre François Chaignaud e Marie-Pierre Brébant.
Uma produção BoCA, em co-produção com o Teatro Nacional São Carlos (Lisboa).

MUSA PARADISIACA
A BoCA produziu a sua primeira criação para o espaço público, “Casa-animal”, apresentada no Jardim dos Coruchéus, e depois apresentada em Évora e Loulé.
Uma produção BoCA, em co-produção com as Galerias Municipais EGEAC.