Portugal | Nova Criação | Performance

 

vens aqui regularmente? vai ser uma grande noite.
o teu lugar é aqui. não te sentes livre?
blindado contra o mundo exterior?
não sentes que tens algo a dizer?
consegues dançar até à revolução?

“Silent Disco” é um espetáculo imersivo que acontece em discotecas, explorando o potencial da tecnologia das festas ‘silent disco’. O público forma uma comunidade temporária, guiada através de auscultadores pelo espaço vazio da discoteca, reformulando e problematizando a experiência hoje vulgarizada das festas em discotecas onde a multidão se reúne para cada um dançar a sua própria música, isolado dos outros pelo som que escuta nos fones nos ouvidos.
Esta criação procura especular sobre a natureza do clubbing como um acto de resistência, capaz de reconfigurar formas de reflexividade, afectividade e corporalidade. Identidades espectaculares, sexualidades múltiplas, consumos hedonistas, fisicalidade crua – poderão estes constituir-se como práticas políticas de resistência?
O ator e encenador Alfredo Martins convida o bailarino e coreógrafo Marco da Silva Ferreira para uma criação colaborativa que reflete sobre identidade de género e clubbing, sobre comunidades temporárias e a dança.

Texto livremente inspirado em livros/ensaios de Ashkan Sepahvand, Donna Haraway, José Esteban Muñoz , Michel Foucault e Paul B. Preciado.

Direção artística Alfredo Martins
Co-Criação e interpretação Alfredo Martins e Marco da Silva Ferreira
Acompanhamento dramatúrgico Teresa Fradique e Pedro Marum
Desenho Gráfico: Ricardo Barbeito
Música e desenho de som Rui Lima e Sérgio Martins
Desenho de luz  Joana Mário
Produção executiva Daniela Ribeiro
Residências de criação Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré (23 Milhas, Ílhavo), Circolando – Espaço de Criação
Transdisciplinar (Porto), Companhia Instável (Porto)
Produção teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser
Co-produção BoCA,  Teatro Municipal do Porto
O teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes.
Apoio: EIRA
Agradecimentos: CASIO, Crista Alfaiate, Francesca Savoldi, Rui Cardoso, Rui Monteiro, ZDB

Próximos Eventos

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  • A Viagem Invertida / Barcelona

    25 outubro 2019
    Caixa Forum / Barcelona

    PEDRO BARATEIRO

    Depois da estreia mundial na BoCA 2019, a performance "A Viagem Invertida" é apresentada no contexto da exposição "En Caída Libre", com curadoria de João Laia, em Barcelona. Tem como paisagem a exploração das minas de lítio em Portugal, numa investigação que passa também pelo livro “Queda sem fim, seguido de Descida de Maleström, de Edgar Allan Poe”, de José A. Bragança de Miranda. Com interpretação de Pedro Barateiro e de Lula Pena, e música de Raw Forest.

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  • OS ANIMAIS E O DINHEIRO / Buenos Aires

    04 dezembro 2019
    Centro Cultural San Martín, Buenos Aires

    GONÇALO M. TAVARES & OS ESPACIALISTAS

    Concebido para a bienal BoCA 2019, Gonçalo M. Tavares e os Espacialistas criaram três performances-conferências inéditas, apresentadas em salas de teatro, a partir do tema “Os Animais e o Dinheiro”. Juntos e pela primeira vez em palco, os artistas desenvolvem formas de sentir acima da média, a partir de textos, imagens, gestos, objetos e espaços em permanente construção, com o público presente.

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  • COMO FAZER UMA MÁSCARA / Buenos Aires

    04 dezembro 2019
    Centro Cultural San Martín, Buenos Aires

    PEDRO BARATEIRO

    A performance "Como Fazer uma Máscara" de Pedro Barateiro é um monólogo, acompanhado por um conjunto de imagens projectadas, em que o artista tenta pensar a questão da máscara, através de dispositivos de linguagem e imagem e exemplos que vão da história do teatro ocidental a testes de personalidade.

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  • Hard to be a god / Bangkok

    06 dezembro 2019 — 07 dezembro 2019
    Neilson Hays Library / Bangkok

    JOHN ROMÃO & ROMEU RUNA

    Depois da sua estreia mundial no contexto da BoCA 2017, em Lisboa, a performance “Hard to be a god” continua a sua circulação internacional e viaja agora até Bangkok. Os espectadores observam a performance através de uma janela de vidro que separa a ação de seu próprio corpo (protegido), como se fosse uma tela, enquadrando a ação exterior. Uma luta entre a natureza - em todo o seu esplendor - e a tecnologia.

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  • OS ANIMAIS E O DINHEIRO / Santiago do Chile

    07 dezembro 2019
    Matucana 100, Santiago do Chile

    GONÇALO M. TAVARES & OS ESPACIALISTAS

    Concebido para a bienal BoCA 2019, Gonçalo M. Tavares e os Espacialistas criaram três performances-conferências inéditas, apresentadas em salas de teatro, a partir do tema “Os Animais e o Dinheiro”. Juntos e pela primeira vez em palco, os artistas desenvolvem formas de sentir acima da média, a partir de textos, imagens, gestos, objetos e espaços em permanente construção, com o público presente.

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  • A Viagem Invertida / Santiago do Chile

    07 dezembro 2019
    Matucana 100, Santiago do Chile

    PEDRO BARATEIRO

    Depois da sua estreia mundial na BoCA 2019, a performance "A Viagem Invertida" continua em digressão internacional. "A Viagem Invertida" tem como paisagem a exploração das minas de lítio em Portugal, numa investigação que passa também pelo livro “Queda sem fim, seguido de Descida de Maleström, de Edgar Allan Poe”, de José A. Bragança de Miranda. Com interpretação de Pedro Barateiro e música de Raw Forest.

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  • Cattivo

    18 fevereiro 2020 — 23 fevereiro 2020
    São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

    MARLENE MONTEIRO FREITAS

    Na edição BoCA 2019, a bailarina e coreógrafa Marlene Monteiro Freitas transgrediu a sua prática e criou “Cattivo”, a sua primeira (mega) instalação composta por centenas de estantes de partitura, que são exploradas até ao limite das suas propriedades expressivas. Assistimos à capacidade de encarnarem estados emocionais e de tomarem decisões, manipulando-se a si mesmas e a outros objetos. Agora é a oportunidade única de descobrir a adaptação desta criação ao SLTM.

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