PRESS PLAY

Exibição de vídeos de performances e filmes de artistas que questionam a relação do corpo performativo, com a arquitetura e a câmara. Projetos artísticos que assentam na relação profunda entre corpo-câmara ou corpo-arquitetura, aqui focados em espaços fechados. A escolha far-se-á directamente ora do arquivo da BoCA, ora via parcerias com outras instituições.
Contamos com parceria BoCA x Tate Modern, na qual Catherine Wood (Curadora Sénior de Performance na Tate Modern) selecionou 3 performances concebidas exclusivamente para a série “BMW Tate Live: Performance Room” (2011-2015), uma série de performances transmitadas ao vivo e pensadas exclusivamente para o ciberespaço, comissionadas pela Tate. Também BoCA x Coleção Fundação Serralves irá apresentar artistas portugueses, nomeadamente os vídeos-poemas-performances de Silvestre Pestana. Todas as quintas-feiras até, pelo menos, 30 de Junho 2020.


SEMANA 9

18 JUN, 22h: John Romão, Hard to be a god (2017)

Em “Hard to be a god”, os espectadores assistem à performance através de uma janela de vidro que separa a ação do seu próprio corpo (protegido), como se fosse uma tela, enquadrando a ação no exterior.
Estamos a viver o fim da geografia. E um tempo inabitável. Não há mais espaço para a fisicalidade. O corpo protegido do espetador, dentro do edifício, é separado do corpo do intérprete (Romeu Runa), que trabalha num espaço natural. Neste trabalho há uma escuta profunda, amplificação, distorção e corte da / com a realidade, em uma composição em tempo real feita com elementos como o corpo, a arquitetura, a natureza e a cidade circundante, os sons da cidade e sons pré-gravados que fazem referência ao ar. Vivemos em um tempo aeropolítico. Drones virão para a vigilância de uma dança. Que dança é essa quando câmeras são armas apontadas para nós?

 

 

 

 

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    Convidada: Beatriz Batarda (atriz)
    Livro escolhido: "Caderno de Memórias Coloniais" de Isabela Figueiredo
    Espaço verde: Jardim do Museu de Lisboa

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