ECOTEMPORÂNEOS
Uma comunidade de leitura em espaços verdes e imaginários

Ecotemporâneos partilham um mesmo tempo (contemporâneo) e um mesmo espaço (meio ambiente) em torno do acesso à literatura e da relação desta com o lugar.
Ecotemporâneos é uma comunidade de leitura em espaços verdes da cidade de Lisboa. Em cada sessão, conhecemos a história daquele jardim pelo seu jardineiro e um convidado especial escolhe um livro que será apresentado e discutido ao vivo, assim como a relação entre o livro e aquele jardim. Alguns livros serão impressos em braille, outros distribuídos de forma gratuita e haverá tradução para língua gestual portuguesa, tornando acessível a leitura e o diálogo a todos os presentes.
Criando um eco com o futuro – Lisboa será Capital Verde Europeia em 2020 -, a bienal de artes contemporâneas BoCA, em parceria com a EGEAC, desenvolve um projeto que procura a ocupação de espaços verdes da cidade, promovendo a sua acessibilidade e fruição, através da criação de uma comunidade de leitura inclusiva e acessível. E questionamos: pode a leitura tornar-se um gesto reflexivo em torno da atualidade e da biodiversidade e, simultaneamente, ser um gesto amplamente inclusivo e artístico?

 

CONVIDADOS

1 setembro

Dulce Maria Cardoso (escritora)
Livro escolhido: “Cem Anos de Solidão” de Gabriel García Márquez / editora: Leya

 

28 setembro

João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira (artistas plásticos)
Livro escolhido: “A Cidade Queimada” de Mário Cesariny / editora: Assírio & Alvim

 

Concepção e Direção Artística: John Romão
Produção: BoCA
Co-produção: EGEAC Espaço Público
Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Assírio & Alvim
Fotografias: Bruno Simão

Próximos Eventos

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  • Cattivo

    18 fevereiro 2020 — 23 fevereiro 2020
    São Luiz Teatro Municipal, Lisboa

    MARLENE MONTEIRO FREITAS

    Na edição BoCA 2019, a bailarina e coreógrafa Marlene Monteiro Freitas transgrediu a sua prática e criou “Cattivo”, a sua primeira (mega) instalação composta por centenas de estantes de partitura, que são exploradas até ao limite das suas propriedades expressivas. Assistimos à capacidade de encarnarem estados emocionais e de tomarem decisões, manipulando-se a si mesmas e a outros objetos. Agora é a oportunidade única de descobrir a adaptação desta criação ao SLTM.

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